A história da humanidade está repleta de exemplos de guarda-costas. Os Samurais eram os protetores dos Daimyos, os senhores feudais do Japão. A guarda pretoriana protegia os Césares do Império Romano. Os guarda-costas sempre foram uma
“Força invisível” que protegeu pessoas importantes, sejam celebridades, políticos ou executivos. Nos dias de hoje, com a violência como está, todos precisam de guarda-costas.
Mas poucos poderiam pagar por um. O treinamento em Kombato dará todas as habilidades para você proteger a si mesmo, a sua família, ou mesmo seus amigos.
Um guarda-costas precisa saber leitura corporal, para poder prever as atitudes de um possível agressor; saber usar armamentos; saber a hora e a forma certa de retirar o seu cliente de um local, no qual ele esteja em risco, e a hora certa de agir; ter conhecimentos profundos de autodefesa. Saber direção ofensiva, direção defensiva, proteção patrimonial, saber avaliar os riscos, saber emergência pré-hospitalar e tudo o mais necessário para que o VIP chegue seguro em casa.
No treinamento de Kombato, nós sempre iniciamos abordando algumas situações de defesa pessoal, e depois uma parte teórica.
Uma solução dada para a segurança de um país, não é, necessariamente, a solução que deve ser dada em outra nação.
Cada país é diferente do outro. Cada povo é diferente. A violência é diferente. No Japão assaltos de rua e assassinatos são raríssimos; mas o índice de suicídio é bem alto, principalmente entre estudantes. Em Israel, o número de assaltos é próximo a
zero, o número de assassinatos é baixo, mas o terrorismo é muito alto. Nos Estados Unidos da América crimes raciais são muito comuns. São paises com diferenças tão grandes para o Brasil, que realmente fica difícil utilizar uma solução importada para o nosso caso com sucesso. Daí o Kombato.
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