Kombato
Não é Arte Marcial nem Defesa Pessoal. É Kombato!
Quando comecei com o projeto Kombato, eu tinha algo importante em mente: Fazer uma solução de defesa pessoal e segurança que satisfizesse as necessidades do Brasil. Depois de estudar e me graduar em muitas artes marciais vindas de diversos países, percebi que a saída seria pesquisar muito, formar um grande grupo com conhecimentos diversos, e pensar sempre pelo ponto de vista da segurança e eficiência.
Nosso povo tem características peculiares em relação a violência – podemos, por exemplo, ir a uma boate de bom nível, e ser atacado por gangues de marginais lutadores; que depois retornam para a casa em carros importados e são aparentemente imunes a lei. Raramente são presos. Estamos também em um pais onde pretendem, para piorar, desarmar o cidadão e armar os marginais. Nós vivemos em um pais onde apenas 1% dos crimes são punidos. Tudo isso teve que ser pensado antes da fundamentação da nossa modalidade.
As técnicas são feitas visando agressores maiores, armados ou um grupo de agressores. Na vida real é o que acontece. É muito improvável que alguém do seu tamanho e peso fosse agredi-lo. Normalmente bandidos só atacam pessoas em visível desvantagem. Como a maioria das artes marciais tem campeonatos, e por categoria de peso, é justamente o inverso o que acontece no treinamento de artes tradicionais.
• Todo o Brasileiro sabe que: “A melhor defesa é o ataque” – no Kombato se aprende quando e como atacar primeiro. Isso dá uma grande vantagem no confronto real.
• Nosso currículo é aperfeiçoado a todo o ano. Durante um ano, técnicas desenvolvidas por alunos, por instrutores, trazidas de outras artes são testadas a exaustão – e em nossas condições extremamente rígidas de realidade. Para desenvolver defesas de armas de fogo realmente funcionais, utilizamos armas de paintball. Usamos centenas de Fuzileiros Navais, Mulheres, Guarda-costas, e grupos bem diferentes para tirar conclusões. E tiramos estatísticas de tudo. Testamos defesas de faca inicialmente com facas de borracha, depois de madeira e finalmente com facas de verdade – como os filipinos.
• Treinamos com tênis na maioria do tempo. Treinar descalço não trás nenhum benefício para ninguém, já que no Brasil estamos calçados quase todo o tempo. Também não utilizamos Kimonos (GI), pois isso não faz parte da nossa realidade. Daí, muito do treinamento é feito de calça Jeans e tênis, o mais realista possível.
• Se um cidadão tem 10 faixas-pretas em qualquer arte marcial, mas colocam uma faca no pescoço do seu filho a 10 metros, as faixas dele não vão ajudar em nada. Por isso, boa parte do treinamento é dedicado a negociação, filosofia de segurança etc. Segurança é o objetivo – golpes são apenas o último recurso.
• Temos um currículo especial para pessoas de Idade, mulheres, crianças, militares, profissionais de segurança etc. As técnicas não são as mesmas para cada grupo.
• Nós temos basicamente dois tipos de técnicas de defesa pessoal: Técnicas brancas, onde se responde a uma agressão branda de forma branda, e Técnicas negras, onde se responde a uma agressão maior de forma mais grave – neste caso, todo o tipo de resposta á válido – desde enfiar dedos nos olhos e chutar testículos, até usar armas improvisadas como canetas nos olhos, ou morder um pescoço.
• E quando se fala em segurança, temos diversos subtipos: chaves simples ou para serem executadas em dupla, técnicas de proteção de VIP (Principal/Dignatário), e técnicas de resposta rápidas e brutais.
• Temos técnicas e filosofia de treino especial para cada ambiente – ruas, bares, restaurtantes, boates, ônibus, veículos menores etc.
com certeza é a melhor arte marcial da atualidade.pena que nao existe instrutor em alagoas…